Páginas

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

1. alguma coisa que todos deveríamos saber sobre ti.


Falar de mim é tudo menos fácil. É sempre complicado falarmos de nós próprios. Pensando e analisando bem, não sou amiga de todos, muito menos adorada por unanimidade. Assim como eu, as pessoas têm o direito de não gostar do meu jeito. Não gosto de falsidade, falta de personalidade e ignorância. Dou segundas oportunidades, e sei perdoar. Só ainda não sei esquecer. Acredito que para tudo existe um motivo e uma razão. Conheço o peso da palavra amor e por isso não saio distribuindo “eu te amo” por aí. Hoje sei que existe um lugar chamado distância e as pessoas que um dia mais amámos nos fazem embarcar em algumas lembranças, revivendo alguns momentos, mesmo sabendo que já estamos bem longe. Acredito que o destino escolha quem vamos encontrar no nosso caminho, mas acredito ainda mais que somos nós quem decidimos que pessoas é que ficarão ou não nas nossas vidas. Mudo de opinião, mas não mudo de princípios, por isso quem me encontrar daqui a alguns anos vai de certo reconhecer-me. Eu tenho a minha personalidade. Não serei hipócrita em dizer que sou original,  só acredito que não faço parte das cópias. Por vezes não sei quem sou. Ando perdida nestas encruzilhadas que a vida me propõe. Por vezes sigo mesmo o caminho errado, somente para me aperceber de que já não me é dada a oportunidade de trilhar o certo. Aprendi que há coisas que simplesmente não estão destinadas a acontecer, enquanto outras são simplesmente inevitáveis, independentemente da minha vontade de querer ou não contrariá-las. Quando a vida me magoa, deixo que a chuva se misture ás minhas lágrimas e sigo em frente. Esta sou eu, e estas são as minhas palavras, parte daquilo que fui, parte daquilo que sou, necessariamente parte do que serei.

Sem comentários:

Enviar um comentário